
Eu sempre tive uma alma solitária.
Por muitas vezes o sentimento de solidão me arrebatou, mesmo cercada de pessoas.
A tristeza, muitas vezes vem.
Sem convites.
Sem motivos.
Ela simplesmente vem.
E o choro corre fácil.
E quando fica preso sufoca o peito.
Aí é aquela vontade de ouvir músicas tristes.
Filmes para chorar.
Pensamentos indevidos.
E quando a escrita acontece.
Alivia a pressão.
O corpo fica leve.
As letras me fazem companhia.
E mesmo sem ninguém por perto.
É só começar a escrever que não me sinto mais sozinha.
Adriana Freitas
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