
Eu não posso ser tábua de salvação de ninguém.
Quando sou eu que preciso de resgate.
Quando o perigo ronda o meu peito e se autoflagela.
Ferindo a própria carne.
Enquanto o perigo for eu.
Ninguém estará a salvo.
Não há proteção quando o perigo é você.
Como se proteger de si mesmo?
Como escapar de uma emboscada?
Quando o algoz e vítima habitam o mesmo corpo?
Adriana Freitas
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